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Perguntas frequentes
- 01Se existem mudanças no comportamento, dificuldades emocionais, sinais de ansiedade, tristeza, irritabilidade ou desafios nas relações, pode ser importante avaliar. Nem sempre é necessário existir um “problema grave” — muitas vezes, o acompanhamento serve para compreender melhor a criança e apoiar o seu desenvolvimento.
- 02Depende da idade e do motivo do acompanhamento. Em crianças com menos de 7 anos, é habitual, numa fase prévia à primeira sessão agendada, haver uma conversa telefónica com os pais, para compreender o contexto e decidir qual a melhor forma de integrar a criança no processo.
- 03Na primeira sessão é recolhida a história clínica, compreendido o pedido e definido um plano de acompanhamento. É também estabelecida a frequência das sessões e esclarecidas todas as dúvidas dos pais.
- 04Sim. As sessões podem decorrer presencialmente ou online, através de plataformas como Zoom ou WhatsApp, garantindo flexibilidade e continuidade no acompanhamento.
- 05Sim. Sempre que necessário, é feita articulação com professores, médicos ou outros técnicos, garantindo uma intervenção integrada e coerente com os diferentes contextos da criança.
- 06Sim. Todo o processo respeita os princípios de confidencialidade previstos no Código Deontológico dos Psicólogos Portugueses, garantindo a proteção da informação partilhada.
- 07O acompanhamento pode ser interrompido a qualquer momento pelos pais, embora se recomende que a decisão de alta clínica seja apoiada pela avaliação do profissional. Sempre que possível, é recomendado um momento de encerramento para garantir uma transição ajustada. Em situações específicas, que envolva risco para a criança, poderão aplicar-se princípios éticos e legais definidos para a prática clínica, devidamente enquadrados no Código Deontológico da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) e em pareceres da Comissão de Ética da OPP.
- 08As sessões de parentalidade são um espaço de reflexão, aprendizagem e transformação. O foco está em compreender os filhos, mas também em aprofundar a consciência dos próprios padrões parentais, promovendo mudanças mais consistentes e alinhadas com os valores de cada família.
- 09As sessões de parentalidade são um espaço de reflexão, aprendizagem e transformação parental. O foco está em compreender os filhos, mas também em aprofundar a consciência dos próprios padrões parentais, promovendo mudanças mais consistentes e alinhadas com os valores de cada família.
- 10Sim — os pais são uma parte fundamental do processo. Para além do acompanhamento da criança, são dadas orientações práticas e, sempre que necessário, realizadas sessões específicas de feedback e intervenção parental.
- 11Sim. Sempre que adequado, é partilhado feedback com os pais, respeitando o espaço terapêutico da criança ou adolescente. O objetivo é apoiar a compreensão e facilitar a continuidade do trabalho em casa.
- 12Sim. É disponibilizado suporte contínuo aos pais, permitindo esclarecer dúvidas, ajustar estratégias e acompanhar o dia a dia. Este acompanhamento contribui para que a intervenção tenha impacto real fora do contexto da consulta.
- 13A frequência é definida de forma individualizada, podendo ser semanal, quinzenal ou, em fases mais estáveis, mensal. O ritmo do acompanhamento ajusta-se às necessidades da criança e da família.
- 14Não existe uma duração fixa. O processo mantém-se enquanto fizer sentido clínico e terapêutico, sendo a alta definida quando há estabilização e consolidação das mudanças. Em alguns casos, podem manter-se sessões pontuais de acompanhamento.
- 15Você pode editá-lo na aba "Configurações" da FAQ no Editor.Para editar ou remover o título do seu app mobile, vá para a aba "Site e app" no app Owner.
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